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Atletas da CBDV estão entre os maiores vencedores de Paralimpíadas

Confederação conta com dois tetracampeões e quatro atletas medalhistas de ouro em três edições dos Jogos
#Acessibilidade: sombra de jogadores da Seleção de futebol de 5 em fila indiana a caminho do pódio na Rio 2016 é projetada em um telão. São as silhuetas de Nonato, Marquinhos, Tiago Paraná e Damião.
28/10/2020

Por Comunicação CBDV
28/10/2020
São Paulo/SP

A exatos 300 dias dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, que foram adiados para 2021 devido à pandemia da Covid-19, a expectativa de mais uma grande participação da delegação brasileira no maior evento do planeta só aumenta. A cerimônia de abertura está agendada para o dia 24 de agosto de 2021.

No Japão, cerca de 230 atletas representarão o Brasil, sendo 150 homens e 80 mulheres, aproximadamente. Até este momento, o país possui vaga garantida em 14 modalidades: atletismo, bocha, canoagem, ciclismo, hipismo, futebol de 5, goalball (feminino e masculino), natação, remo, parataekwondo, tiro esportivo, tiro com arco, tênis de mesa e vôlei sentado (feminino e masculino).

O Brasil encerrou a última edição, na Rio 2016, em oitavo lugar. Ao longo da nossa participação em Jogos, outros multicampeões se destacaram e alguns continuam na briga por medalhas na capital japonesa.

De acordo com levantamento do Departamento de Ciências do Esporte do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), das 301 medalhas vencidas pelo Brasil na principal competição do esporte paralímpico, 113 (ou 37,5%) pertencem a 10 atletas, entre alguns já aposentados e outros ainda em atividade.

O judoca Antônio Tenório, com quatro ouros entre Atlanta 1996 e Pequim 2008, foi primeiro atleta brasileiro a conquistar o primeiro lugar no pódio em uma modalidade diferente do atletismo e da natação. Também conquistou um bronze em Londres 2012 e uma prata na Rio 2016.

Já o futebol de 5 colocou cinco jogadores na lista dos principais medalhistas de ouro. São eles: Marquinhos (quatro ouros), Damião, Fábio Vasconcelos (ex-goleiro e atual técnico da Seleção), Jefinho e Ricardinho (cada um com três conquistas). O Brasil é tetracampeão na modalidade, com os títulos entre Atenas 2004 e Rio 2016.

#Acessibilidade: gráfico em barra traz a quantidade de medalhas de ouro dos atletas que mais conquistaram o primeiro lugar no pódio pelo Brasil na história dos Jogos; cada barra tem apenas uma cor, sendo amarelo para representar as medalhas de ouro; a primeira barra mostra o nadador Daniel Dias, com catorze ouros, seguido do nadador André Brasil (7), do nadador Clodoaldo Silva (6), de Luiz Cláudio Pereira, do atletismo (6), da velocista Ádria Santos (4), do judoca Antônio Tenório (4), de Dirceu Pinto, da bocha (4), de Marquinhos, do futebol de 5 (4), Lucas Prado, do atletismo (3), de Terezinha Guilhermina, do atletismo (3), e de quatro atletas do futebol de 5 com três ouros: Damião, Fábio Vasconcelos, Jefinho e Ricardinho.

Nadadores no topo

Maior referência atual da natação brasileira paralímpica, Daniel Dias (classe S5) é o atleta com mais pódios na história do Brasil, com 24 medalhas em apenas três edições dos Jogos, sendo 14 de ouro, sete de prata e três de bronze. Apenas em Londres 2012, quando foi porta-bandeira da delegação, foram seis medalhas de ouro nas seis provas individuais disputadas, o que também fez o nadador ser o principal atleta do país com maior quantidade de pódios dourados.

A natação também conta com outros dois grandes nomes que marcaram época enquanto estavam em atividade e entraram para a história. Os já aposentados André Brasil (S10) e Clodoaldo Silva (S5) são o segundo e terceiro maiores medalhistas do país em Jogos, respectivamente. Já o pernambucano Phelipe Rodrigues (S10) acumula sete medalhas, sendo cinco de prata e duas de bronze. Ele e Daniel Dias são os únicos atletas do top 10 do país na história dos Jogos ainda em atividade. Porém, em Tóquio, o Brasil pode ganhar novos nomes neste ranking, caso do próprio Tenório, que possui seis medalhas.

#Acessibilidade: gráfico em barra traz a quantidade de medalhas dos atletas que mais conquistaram pódios pelo Brasil na história dos Jogos; cada barra tem três cores, sendo amarelo para representar as medalhas de ouro, cinza para representar as medalhas de prata, e marrom para representar as medalhas de bronze; a primeira barra mostra o nadador Daniel Dias, com catorze ouros, sete pratas e três bronzes; a segunda barra mostra o nadador André Brasil, com sete ouros, cinco pratas e dois bronzes; a terceira barra mostra o nadador Clodoaldo Silva, com seis ouros, seis pratas e dois bronzes; a quarta barra mostra a velocista Ádria Santos, com quatro ouros, oito pratas e um bronze; a quinta barra mostra Luiz Cláudio Pereira, do atletismo, com seis ouros e três pratas; a sexta barra mostra Odair Santos, do atletismo, com cinco pratas e quatro bronzes; a sétima barra mostra Terezinha Guilhermina, do atletismo, com três ouros, duas pratas e três bronzes; a oitava barra mostra o nadador Adriano Lima, com um ouro, quatro pratas e três bronzes; a nona barra mostra o nadador Luis Silva, com um ouro, cinco pratas e um bronze; a décima barra mostra o nadador Phelipe Rodrigues, com cinco pratas e dois bronzes.

(Com informações da Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro)


Comunicação CBDV

Renan Cacioli

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