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Paralimpíada em números: quantas medalhas o Brasil já conquistou?

Levantamento do departamento de Ciências do Esporte do Comitê Paralímpico Brasileiro detalha campanhas
#Acessibilidade: arte com o texto "Jogos Paralímpicos em Números". Abaixo, cinco desenhos perfilados: um pódio, um atleta correndo com próteses de lâminas, um estádio, um globo terrestre e um gráfico com uma seta ascendente. No canto direito da imagem, o logo do CPB.
28/08/2020

Por Comunicação CBDV
28/08/2020
São Paulo/SP

Desde a sua primeira participação na história dos Jogos Paralímpicos, realizados em Heidelberg, na então Alemanha Ocidental, em 1972, até a última edição do megaevento, no Rio 2016, o Brasil mostrou avanços significativos para chegar aos Jogos de Tóquio, no ano que vem, entre as principais potências paralímpicas do mundo.

De acordo com levantamento do departamento de Ciências do Esporte do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), os atletas que representaram o país já conquistaram 301 medalhas na história. Ao todo, foram 87 de ouro, 112 de prata e 102 de bronze.

#Acessibilidade: gráfico em formato de pizza dividido em três partes mostra o total de medalhas do Brasil na história dos Jogos Paralímpicos; a parte amarela representa as oitenta e sete medalhas de ouro, a parte cinza representa as cento e doze medalhas de prata e a parte alaranjada representa as cento e duas medalhas de bronze.


A primeira medalha conquistada pelo Brasil aconteceu quatro anos depois da sua estreia nos Jogos, em 1976, em Toronto, no Canadá, onde a dupla formada por Robson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos da Costa conquistaram a prata no Lawn Bowls, modalidade semelhante à bocha e praticada na grama.

De lá para cá, a delegação brasileira subiu ao pódio em quase todas as edições – as exceções foram nos Jogos de Arnhem 1980, e na estreia, em 1972.

Em quantidade de medalhas, a principal participação do Brasil aconteceu nos Jogos do Rio 2016, quando foram conquistados 72 pódios no total, sendo 14 ouros, 29 pratas e 29 bronzes. Porém, a melhor posição no quadro de medalhas foi obtida com a sétima colocação em Londres 2012, uma marca acima da atingida no Rio de Janeiro.

#Acessibilidade: gráfico mostra uma linha do tempo com os tipos de medalhas que o Brasil conquistou em cada edição dos Jogos; gráfico possui três linhas, sendo que a linha amarela representa as medalhas de ouro, a cinza representa as medalhas de prata, e a marrom representa as medalhas de bronze; em 1976, foi apenas uma medalha de prata; em 1984, foram sete de ouro, dezessete de prata e quatro de bronze, em 1988, foram quatro de ouro, nove de prata e catorze de bronze; em 1992, foram três de ouro e quatro de bronze; em 1996, foram duas de ouro, seis de prata e treze de bronze; em 2000, foram seis de ouro, dez de prata e seis de bronze; em 2004, foram catorze de ouro, doze de prata e sete de bronze; em 2008, foram dezesseis de ouro, catorze de prata e dezessete de bronze; em 2012, foram vinte e uma de ouro, catorze de prata e oito de bronze; em 2016, foram catorze de ouro, vinte e nove de prata e vinte e nove de bronze.


Já o maior crescimento de resultados esportivos entre uma edição e outra de Jogos Paralímpicos ocorreu ainda na década de 90. Nos Jogos de Atlanta 1996, os atletas brasileiros conquistaram 21 medalhas, um aumento de 200% em relação às sete obtidas em Barcelona 1992. Os desempenhos registrados no Rio 2016, com alta de 67,4%, e em Atenas 2004, com 50%, foram outras importantes evoluções demonstradas pelo país em relação à sua participação anterior.

Apesar da constante evolução dos resultados obtidos a partir de Atenas 2004, o Brasil teve boas performances esportivas nas disputas na década de 80. As marcas e medalhas conquistadas nos Jogos de 1984, realizados concomitantemente em Stoke Mandeville (Grã-Bretanha) e em Nova York (Estados Unidos), e nos Jogos de 1988, em Seul (Coreia do Sul), foram superiores a muitas edições posteriores até a década dos anos 2000.

#Acessibilidade: gráfico em barra azul mostra o desempenho do Brasil em cada edição dos Jogos; no Rio 2016, foram setenta e duas medalhas; em Pequim 2008, foram quarenta e sete, em Londres 2012, foram quarenta e três; em Atenas 2004, foram trinta e três; na Grã-Bretanha/EUA, foram vinte e oito; em Seul 1988, foram vinte e sete; em Sidney 2000, foram vinte e duas; em Atlanta 1996, foram vinte e uma; em Barcelona 1992, foram sete; e Toronto 1976, foi uma medalha; Brasil não medalhou nos Jogos de Heidelberg 1972 e Arnhem 1980.


Isso contribuiu para que o Brasil figurasse, até o momento, entre os 20 países que mais medalharam em toda a história dos Jogos Paralímpicos. Com as 301 medalhas no total, o país está na 19ª colocação do quadro de medalhas baseado na quantidade geral de pódios.

Se for contabilizado o quadro de medalhas com base nas conquistas de ouro, como é feito em cada edição do evento para efeito de desempate, o Brasil ocupa o 23º posto mundial.

Os Estados Unidos lideram ambos os exemplos de quadros de medalhas, com 771 ouros, 700 pratas e 708 bronzes, um total de 2.179 pódios alcançados na história dos Jogos.

#Acessibilidade: imagem com quadro de medalhas com os vinte e cinco países que mais medalharam na história dos Jogos Paralímpicos; tabela traz duas colunas de classificação, sendo uma de ranking geral e outra de ranking por medalha de ouro; Brasil está na décima nona colocação no ranking geral e na vigésima terceira no ranking por medalha de ouro; na última coluna, tabela mostra o total de medalhas conquistadas por cada país; Brasil conquistou oitenta e sete ouros, cento e doze pratas e cento e dois bronzes, com total de trezentos e uma medalhas; o líder dos dois rankings são os Estados Unidos, com setecentos e setenta e um ouros, setecentas pratas e setecentos e oito bronzes, com total de duas mil e cento e setenta e nove medalhas.


(Texto da Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro).


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Renan Cacioli

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